Em uma sociedade que incessantemente nos vende a ideia de uma felicidade plena e ininterrupta, a proposta de aceitar o sofrimento pode parecer, à primeira vista, contraintuitiva ou até mesmo pessimista. No entanto, para a psicanálise, essa aceitação não é uma resignação, mas um passo fundamental para uma relação mais autêntica e menos adoecedora com a própria vida.